By Stefano Ferri

Como reduzir a inadimplência com o Superlogica

Olá,

recentemente recebemos um e-book do Superlogica sobre ações que podemos fazer para reduzirmos nossa inadimplência. Fiz uma síntese dos tópicos que ainda deixamos a desejar, para assim focarmos mais e reduzirmos a 0 esse número.

Vamos lá:

  1. Se você oferece uma área do cliente em seu software ou site, reforce isso nos e-mails.
    • Temos que colocar em todos nossos e-mails, inclusive de contato normal, não só os de cobrança, um link para a área do cliente. Isso vai educar ele a fazer qualquer solicitação por ali mesmo, tais como segunda via de boleto.
  2. Para serviços com ticket mais alto, muitas vezes fazer uma ligação rápida é a melhor opção.
    • para os clientes que pagam mais, é muito mais interessante nos fazermos uma ligação de cobrança para eles, do que um simples e-mail. Temos que cuidar também a inadimplência em que o preço recorrente é alto pode ser um indicativo de churn.
  3. Para o caso de suspensão de uso: deve ser comunicada da melhor forma possível, isto é, a mensagem deve ser direta e visar à conversão – trazer de volta o cliente à adimplência.
    • hoje em dia nosso contato de cancelamento faz um simples comunicado. devemos informar os benefícios que o cliente está perdendo e colocar de uma forma rápida e clara como ele faz para voltar a ser cliente.
  4. Desbloqueio automático com o envio de comprovante.
    • o Superlogica tem um sistema de envio de comprovante de pagamento. O comprovante enviado via página inteligente do Superlógica não precisa ser verificado por ninguém – se o cliente não efetivou realmente o pagamento, no dia seguinte o sistema volta a bloqueá-lo e desta vez não oferece novamente esta opção. Isso é muito útil e torna nosso trabalho eficiente. vamos aproveitar.

Concluindo então:

vamos focar nesses 4 pontos que ainda não estão 100% em nosso fluxo. Acredito que com isso vamos chegar as nossas metas.

Dale gurizada.

Abraços,

Stefano

PS: quem quiser a apostila, fale conosco.

Como mapear pontos de falha na conexão do PSC

Primeiramente vamos fazer o download do programa WireShark, que nos auxilia a fazer o mapeamento dos pontos de conexão. Verifique se a máquina é 32 bits ou 64 bits.

https://www.wireshark.org/download.html

Após fazer o download e instalar (não desmarcar nenhuma opção), acesse o menu Capture > Interfaces. Abrirá a tela abaixo:

Interfaces

Selecione a placa de rede que está conectado o cabo (provavelmente irá aparecer somente uma) e clique em Options, irá abrir a tela abaixo:

Options

 

Podemos reparar que nessa tela tem um combobox em verde, onde vamos modificar para filtrar os destinos que desejamos, sem antes esquecer de marcar todos os checkbox da direita (essas opções são para aparecer o nome do destino e não o IP).

Para iniciarmos o mapeamento do problema na conexão vamos colocar o IP da UOL, onde ficam os dados do registro do cliente, usando a seguinte linha:

  • host 200.98.255.131

Após terminar essas configurações clicamos em Star, e logo em seguida abrimos o PetShopControl para o mapeamento das conexões, irá abrir essa tela:

Tela

Como podemos observar no texto destacado o computador Devsol-01 (source) fez uma requisição do tipo HTTP/XML para o webservice (RegistroWeb.asmx) no endereço whw0051.whservidor.com (destination) que é onde está o banco da UOL (registros). Este Destino retornou um ‘OK’ dizendo que conseguiu conectar e os dados estão certos. Isso ocorre algumas vezes dentro do período da conexão do programa.

Para verificarmos o mapeamento da conexão ao conectar-se com a nuvem, abrimos a mesma tela de Options descrita acima a modificamos a linha verde para:

  • host 54.94.231.198

Clique em Start e abra o PetShopControl novamente. Este passo é mais complicado que o anterior pois o sistema faz muitas iterações com nuvem, mas você deve se atentar caso o mapeamento seja quebrado.

Com essas ações conseguiremos dar uma reposta com muito mais informações ao cliente, dizendo realmente onde está ocorrendo o problema na conexão.

Tudo Sobre NFC-e

O que é NFC-e?

A NFC-e é muito semelhante a uma NF-e. As diferenças são poucas e basicamente na parte de validação do envio do XML. Vale destacar:

  • O escopo da NFC-e abrange, exclusivamente, operações comerciais de venda de mercadoria a consumidor final, de forma presencial ou com entrega a domicílio, ocorridas no âmbito do Estado (operações internas), sem possibilidade de geração de crédito de ICMS ao adquirente;
  • Diferentemente da NF-e, fica a critério do Estado aceitar ou não este tipo de documento;
  • Para as UF que aceitarem este tipo de documento, fica a critério da UF o credenciamento das empresas para a emissão da NFC-e;

Para que serve?

NFC-e serve para enviar a SEFAZ de cada Estado informações sobre a compra do consumidor, tais como:

  • Produtos compras
  • Valores totais
  • Forma de pagamento
  • informações sobre impostos

Data limite para implantação

Abaixo serão listados alguns Estado que já está obrigatório o envio de NFC-e. Os que não estão listados não estão obrigatórios. Com exceção do estado de Santa Catarina, todos os demais aderiram ao projeto, estando em fase inicial de implementação, ou até mesmo, já possuem decreto instituído para adesão voluntária. O que temos percebido é que, mesmo que alguns estados ainda não tenham cronograma de obrigatoriedade estabelecido, os próprios contribuintes estão se mobilizando para poder aderir ao projeto o quanto antes, pois os benefícios são muitos quando confrontados com os projetos concorrentes

Acre:

O Decreto nº 6.596 de 08/11/2013 acrescentado do RICMS-AC

  • A partir de 1º de outubro 2013 – Fica facultado ao contribuinte não obrigado a emissão da NFC-e (§ 1º do Art.13-A);
  • A partir de 1º de junho de 2014 – Para contribuintes relacionados no Anexo Único do Decreto;
  • A partir de 1º de  setembro de 2014 – Para contribuintes em início de atividades;
  • A partir de 1º de dezembro de 2014 – Para os demais contribuintes, exceto os optantes pelo Simples Nacional.
  • A partir de 1º de abril de 2015 – Para todos os contribuintes inclusive os optantes pelo Simples Nacional.​

Amazonas:

O Decreto nº 34.459/2014 e a Resolução GSEFAZ. nº 0022/2013

  • A partir de 1º de fevereiro de 2014, para os contribuintes localizados na Capital que, obrigados ao uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF, nos termos da legislação, não tenham solicitado ou iniciado o uso de nenhum equipamento até essa data.
  • A partir de 1º de março de 2014 – Contribuintes relacionados no Anexo Único da Resolução
  • A partir de 1º de março de 2014 – Contribuintes em início de atividade, localizados em Manaus
  • A partir de 1º de setembro de 2014 – Demais contribuintes de Manaus, exceto Simples Nacional.
  • A partir de 1º de janeiro de 2015 – Contribuintes do Simples Nacional e do Interior do Estado

Distrito federal:

Portaria SEF N°234 de 23/10/2014 :

  • A partir de 1º de janeiro de 2016 – Para os contribuintes em início de atividades ou de apuração normal.
  • A partir de 1º de julho de 2016 – Contribuintes optantes pelo Smples Nacional com faturamento anual superior a R$1.800.000
  • A partir de 1º de janeiro de 2017 – Contribuintes optantes pelo Simples Nacional com faturamento superior a R$360.000
  • A partir de 1º de julho 2017 – Demais contribuintes não enquadrados nas demais datas

Mato Grosso:

Art. 198-G-1, § 2º, inciso V do RICMS  e Portaria nº 077/2013  – SEFAZ-MT

  • A partir de 1º de outubro de 2013, contribuintes em início de atividade no Estado.
  • A partir de 1º de julho de 2014, estabelecimento com faturamento superior a R$ 2.520.000,00 em 2013
  • A partir de 1º de julho de 2014, fica vedado a liberação de novos equipamentos ECF
  • A partir de 1º de março de 2015, demais estabelecimentos

Pará:

Instrução normativa n°28 do Pará publicado no DOE de 30 de dezembro de 2014.

  • 01 de junho de 2015 para estabelecimentos vinculados à Coordenação Executiva Especial de Administração Tributária de Grandes Contribuintes, que efetuarem venda ou fornecimento de mercadorias à pessoa natural ou jurídica não contribuinte ao ICMS
  • 01 de dezembro de 2015, para os estabelecimentos obrigados à EFD que efeturam venda ou fornecimento à pessoa jurídica ou natural não contribuínte do ICMS
  • 01 de junho de 2016 para os demais estabelecimentos

Paraíba:

GSER nº 283 de 11/12/2012 publicada no DOE em 12/12/2014 .

  • Projeto Piloto da NFC-e de 01 de agosto de 2014 até 31 de maio de 2015.
  • Período experimental para emissão: intervalo entre 1º de julho e 30 de setembro de 2014.
  • ​A partir de 1 de outubro de 2014, outras empresas poderão aderir facultativamente, a critério da Secretaria de Estado da Receita.
  • A partir de 1º de julho de 2015, ficarão obrigados a emitir NFC-e os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) no exercício de 2013 , caso se enquadrem nas disposições do art. 338 (obrigatoriedade ECF) do Regulamento do ICMS-PB.
  • A partir de 1º de janeiro de 2016 os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais) no exercício de 2013 .
  • A partir de 1º de julho de 2016 os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 5.500.000,00 (cinco milhões e quinhentos mil reais) no exercício de 2014 .
  • A partir de 1º de janeiro de 2017 os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) no exercício de 2014 .
  • A partir de 1º de julho de 2017 os demais estabelecimentos varejistas enquadrados no art. 338 (obrigatoriedade ECF) do Regulamento do ICMS-PB.

Paraná:

Decreto Nº 12.231 publicado no  DOE em 25/09/2014

Rio de Janeiro:

Resolução SEFAZ N°759 de 03 de julho de 2014

  • 01 de outubro de 2014, para empresas em caráter voluntário ou obrigadas a usar ECF que não tenham solicitado anteriormente
  • 01 de julho de 2015, para empresas que apuram o ICMS por confronto entre débitos e créditos ou que solicitarem inscrição estadual
  • 01 de janeiro de 2016, para empresas do Simples Nacional com receita em 2014 superior a R$360.000,00
  • 01 de janeiro de 2017, para todos os demais contribuintes

Rio Grande do Sul:

Decreto nº 51.245 de 06/03/2014

  • A partir de 1º de setembro de 2014 – Contribuintes enquadrados na modalidade geral que promovam operações de comércio atacadista e varejo ( ATACAREJO).
  • A partir de 1º de novembro de 2014 – Contribuinte com faturamento superior a R$ 10.800.000,00
  • A partir de 1º de junho de 2015 – Contribuinte com faturamento superior a R$ 7.200.000,00
  • A partir de 1º de janeiro de 2016 – Contribuinte com faturamento superior a R$ 3.600.000,00 e estabelecimento que iniciarem suas atividades a partir de 1º de janeiro de 2016.
  • A partir de 1º de julho de 2016 – Contribuinte com faturamento superior a R$ 1.800.000,00.
  • A partir de 1º de janeiro de 2017 – Contribuinte com faturamento superior a R$ 360.000,00.
  • A partir de 1º de janeiro de 2018 – Todos os contribuintes que promovam operações de comércio varejista

Rondônia:

Instrução Normativa nº 003/2014/GAB/CRE publicado no DOE nº 2490, de 03.07.14

  • A partir de 1º de março de 2015, receita bruta  igual ou superior a R$ 12.000.000,00
  • A partir de 1º de agosto de 2015, receita bruta igual ou superior a R$ 6.000.000,00
  • A partir de 1º de janeiro de 2016, todos os contribuintes menos Simples Nacional
  • A partir de 01 de julho de 2016, todos os demais contribuintes

Sergipe:

Portaria SEFAZ Nº 312 de 15/05/2014 , publicada no DOU de 19/05/2014, Art. 2º.

  • A partir de 1º de novembro de 2014, conforme lista em Anexo Único.
  • A partir de 1º de março 2015, com faturamento superior a R$ 10.000.000,00;
  • A partir de 1º de julho de 2015, com faturamento superior a R$ 5.000.000,00;
  • A partir de 1º de novembro de 2015, com faturamento superior a R$ 1.800.000,00;
  • A partir de 1º de março de 2016, com faturamento superior a R$ 360.000,00 ou em início de atividade;
  • A partir de 1º de julho de 2016, todos aqueles que promovam operações de comércio varejista.